domingo, 16 de agosto de 2009

É por estas e por outras que eu quero levar Évora ao mundo. Mostrar aquilo que me consegue emocionar. Pieguices! dirão aqueles que não me conhecem. Um pormenor importante do qual só me apercebi quando fui alertado por pessoas conhecedoras de astronomia. O ponto luminoso por cima da Sé não é uma estrela, é o planeta marte que, segundo os entendidos será muito maior no dia 27 de Agosto (quase uma lua). Esta fotografia foi tirada no dia 8 de Agosto às 22He 59m .
Quando um templo entra por outro adentro, profanando-se mutuamente, nem reparam nos homens, entretidos que estão a mirarem-se. Um esventrado mas de pé, sabe deus como!, num espaço de cumplicidade

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

É como um corredor do poder! É estreito, mas ali mora gente, muita gente. E lá no fundo há luz. Há outros muito mais iluminados, e mais largos, mas mora lá pouca gente. Não são interessantes.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Uma das fachadas mais bonitas da Praça, em todo o seu esplendor numa quentíssima tarde de verão. Sente-se o fresco do lado de cá, do lado da sombra. Gosto dos grandes contrastes.

domingo, 2 de agosto de 2009

Uma das mais lindas portas de entrada na cidade. Não me canso da fotografar, mas não queria ver aquele sinal. Mas ele continua sempre olhando ostensivamente para mim, sem vergonha, provocando-me. Apetece-me arranca-lo e libertar aquele espaço do malvado abcesso.
Há ruinas que devem continuar "arruinadas". Tentar recuperar é estragar! Arrancaram-lhe a pele, deixando à mostra as artérias e as veias, os ossos que suportam a estrutura, e o vermelho do barro antigo.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Uma noite destas passava na rotunda da rua de Aviz e vi as ruinas da Ermida de S Bartolomeu iluminadas. Parei , entrei e vi teatro. É isso mesmo, assisti a uma peça de teatro num local que à primeira vista seria impensável. Mas não é. A peça era interpretada por uma atriz chamada Ana Leitão, e encenada por Figueira Cid. Não sou crítico de arte muito menos de teatro pelo que as minhas palavras saem simples e sem pretensões. Nem sequer sei se alguma vez a Ana Leitão ou alguém com influências nestas coisas das artes irá ler esta minha "crónica", nem isso me importa. Para mim foi simplesmente soberba. Belíssima interpretação naquele palco de pó e pedras. Parabéns. O espaço deverá ser mais utilizado. Da minha parte registei algumas imagens.